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08/02/2015 - Gestão financeira em tempos de crise: 7 dicas para um ano adverso

Gestão financeira em tempos de crise: 7 dicas para um ano adverso

O cenário econômico pouco favorável para o Brasil em 2015 pode ser contornado ao adotar alguns cuidados na hora de gerir os negócios. Fernando Poloni e Alex Antunes, da Equilibrados, empresa especializada em consultoria para pequenas e médias empresas, dá sete dicas para sobreviver – e até prosperar – em um período de condições adversas:


1. Planejar é a palavra-chave

Um planejamento financeiro anual evita surpresas. Ele deve levar em conta previsões sobre o cenário nacional, assim como o histórico de desempenho da própria empresa. “Quanto mais informações, melhor a capacidade de se preparar para um momento de crise”, explica Fernando Poloni. Na hora de administrar um negócio é necessário tomar decisões 100% racionais, baseadas em projeções realistas.

2. Custos fixos X variáveis

É preciso separar os custos variáveis - que mudam de acordo com a demanda, como insumos - daqueles fixos, a exemplo do aluguel do espaço e salários dos funcionários. Ao considerar o piso e o teto de gastos, a empresa é capaz de estabelecer metas para se manter no azul mesmo em um cenário adverso.


3. Raio X no fluxo de caixa

É indispensável monitorar a entrada e saída de dinheiro no negócio – “organizar para controlar”, afirma Poloni. Isso não significa apenas saber o faturamento total da empresa, mas sim segmentar os custos e receitas por produto, assim como discriminar qual o destino de cada despesa ou investimento. 


4. Precificação

Um dos pontos que leva empresários a errarem é na hora de decidir o preço dos produtos ou serviços. “E isso ocorre tanto para cima quanto para baixo”, conta Poloni. É preciso reavaliar constantemente os valores cobrados, observando a concorrência e a flutuação do mercado, bem como a estrutura de custos da empresa. Em um ano de crise, é ainda mais importante essa análise.


5. Fidelização

Os empresários não devem ficar acomodados quanto aos seus clientes. Estratégias para garantir a frequência de aquisição de produtos ou contratação de serviços são essenciais, como promoções e campanhas de divulgação. “O ideal é montar um banco de dados com os contatos de quem compra, e utilizar essas informações para manter as pessoas por perto”, recomenda Antunes.


6. Pessoa Física X Jurídica

É problemático – e muito comum - não separar informações, despesas e ganhos relativos ao negócio e ao dono. “A empresa tem que ter vida própria, não dá para tirar dinheiro do caixa a torto e a direito”, orienta Antunes. O oposto também se verifica: um empreendimento que só sobrevive por meio da injeção de dinheiro dos sócios não é viável.


7. Acompanhamento diário

Todos os dias é preciso dedicar algumas horas para analisar a empresa. É comum empreendedores disporem de muitos dados sobre seu negócio mas, por falta de tempo, não pararem para estudá-los e deixarem de empregar essas informações - que se tornam inúteis. Uma alternativa é contratar um profissional especializado para a tarefa.

 

Fonte:  Administradores.com,  8 de fevereiro de 2015 , às 10h23

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